5 jeitos de usar casacos fluffy no dia a dia

Fiiiiinaalmeeenteee os casacões de pele fake viraram tendência na nossa terrinha e está BEM mais fácil achar um para chamar de seu. Confesso que acho o preço meio salgado (até mesmo nas fast fashions) por isso vou dar meu jeito de garimpar um no brechó. Lembro que há alguns anos esse tipo de casaco era um super tabu, e servia para ser usado EXCLUSIVAMENTE em festas e baladas, por cima de vestidos chiquérrimos. Sei que muita gente ainda encara os casacões fluffy assim, e essa semana mesmo dei de cara com um post que tentava vender um casaco desses com a proposta de ser perfeito nessas ocasiões.

Ok ok, eles não são nada discretos e provavelmente você vai precisar de uma pequena (grande) dose de ousadia para usá-los no dia a dia, mas olha vale a pena porque fica DI-VI-NO viu? Não tem look sem graça com essa peça amiga. Para provar, separei 6 fotos de street style que provam o quanto os casacões de pelo são super usáveis no dia a dia.

1. Com calça rasgada e blusinha basicona

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2.  Num look all black 

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3. Com saia e tricô

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4. Com tênis e calça jeans

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5. Com vestido

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E se alguém te chamar de perua, sorria e acene gata;) #useoquetefazfeliz

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Consumo, logo existo!

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Conversando com minha sogra essa semana caímos no assunto do hiper consumismo. Não que comprar seja ruim, veja bem, mas é que me parece que a gente nem precisa de TANTO assim para viver. Por exemplo, roupas todo mês, sapatos toda semana, uma promoçãozinha aqui, outra liquidação ali e aos poucos acumulamos uma montanha de coisas que não nos servem para nada.

Aí nessa mesma conversa engatei uma reflexão. Questionando um pouco mais a fundo o porque as pessoas consomem mais do que precisam (e aqui eu me refiro na maioria das vezes às mulheres) cheguei a uma hipótese: acho que o hiper consumismo pode ser fruto de uma baixa estima. Isso porque quem muito compra (roupas, maquiagem, acessórios, etc…) quer se sentir bem, e me parece que essas pessoas querem olhar no espelho e dizer: nossa como eu tô linda(o)! Mas na essência se sentem feias, ou inadequadas, por isso compram!

Se eu não me sinto bonita é CLARO que eu vou querer mudar isso certo? Então, o que eu faço? Vou atrás da última moda, de tratamento estético, da nova onda do mundo das makes e de tudo que pode por algum tempo me fazer sentir um pouco mais ‘adequada’. Mas aí fica minha pergunta: será que a gente não deveria se achar linda independente disso tudo?

ps: não acho que a gente deveria perder a vaidade, até porque isso não é saudável, minha reflexão é apenas questionando o valor excessivo que damos a toda a mídia a qual somos expostos diariamente.

Por que estou fazendo mestrado?

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Vamos começar do começo.

Você já parou para pensar que você é um produto? Isso mesmo um produto! E a todo momento somos obrigados a nos ‘vender’. Seja numa conversa informal com possíveis amigos, em uma entrevista de emprego, e até mesmo para ‘conquistar’ um amor.

O problema disso é que querendo ou não, somos rotulados por nós mesmos e posteriormente pelos outros. Até aí tudo bem, mas e se um dia você não quiser mais ser o ‘fulano de tal engenheiro’ e quiser ser ‘o ciclano artista plástico’ ?

Pois é, mudar a cabeça das pessoas com relação a quem você é não é algo que acontece de uma hora para outra, pelo contrário, exige MUITO esforço e empenho. Por muitos anos fui a “Raquel da criação publicitária”, a “guria do design”, “a menina da edição”, e isso ficou de tal forma no imaginário coletivo que nem mesmo uma pós em marketing e um mestrado voltado para a moda tirou essa “aura” da cabeça das maior parte das pessoas.

Enfim, a verdade é que continuo estudando para ser reconhecida por outros méritos e principalmente em outra área que não seja o mercado publicitário. Mas convencer as pessoas no geral, de que tenho conteúdo para ministrar palestras, escrever artigos, dissertar sobre MODA e dar dicas de personal stylist não tem sido uma tarefa fácil, confesso!

Então, ingressar em um mestrado basicamente é minha forma de dizer: Ei, eu não faço apenas arte viu? E só quem já quis trocar de rótulo sabe do que eu estou falando.

 

Erros e acertos: O que vai bombar e o que já era nessa temporada de moda

A moda é uma coisa cíclica, e isso já é uma coisa lógica. Os anos passam e naturalmente as tendências mudam. Não existe uma regra exata sobre quando quando algo vai sair de moda, e obviamente a gente tem que usar o que gosta. Porém é inevitável que esse ciclo continue girando e coisas que já foram super legais (às vezes a bem pouco tempo), saem dando lugar a outras tendências. Confira aqui o que rola nessa temporada:

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Trend para ficar de olho: funny bags

Eu sou uma das poucas mulheres que conheço que não curte comprar bolsa! Isso mesmo cara amiga, eu deeetestoo comprar bolsas, e geralmente troco a minha quando ela já está em pedacinhos simplesmente porque nunca dei muita atenção para esse item.

Mas tô mudando de ideia viu… De uns tempos pra cá tenho visto bolsas SUPER mega criativas surgindo por aí, e acho que elas realmente merecem um lugar de destaque nos looks. Aliás, levando em consideração o fato de que eu sou a Sra. Basicona, acho que esse tipo de acessório ajuda e muito a arrematar o look, e não deixa-lo com carinha de sem graça.

Estou falando das funny bags, ou em bom português: as bolsas divertidas. E olha, tem para todos os gostos e de todas as formas imagináveis ❤ ❤ ❤ é pra gente se apaixonar né non??

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E se você está com dificuldade de achar esse modelitos para comprar, encontrei duas lojas no insta que tem vários produtinhos maravilhosos, são essas daqui:

@dannyluzbags e @bagsprin

Eu ainda não comprei nenhuma funny bag, mas confesso que tá na minha lista para 2017, por motivos de: né muitooo fofas rsrsrs.

 

Vai ter: Girlboss no Netflix

Depois do sucesso estrondoso do livro #Girlboss que conta a trajetória de Sophia Amoruso, a fundadora da marca Nasty Gal, eis que a Netflix resolve anunciar uma série baseada no livro de Sophia!

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Confesso que quando vi essa notícia meus olhos brilharam! Eu cheguei a ler o livro há algum tempo e achei super legal. Acho que o fato de Sophia ser uma garota comum, e que ao mesmo tempo não se ‘encaixava’ nos padrões formais da indústria me fez sentir representada rsrsrs.

A maioria de nós (meras mortais que curtem moda) não saíram de um lar abastado, não tiramos as melhores notas, nem fomos a aluna destaque. Diria que a trajetória da Nasty Gal meio que prova que: você precisa descobrir seu talento e fazer o que ama com toda a dedicação. Independente do que as pessoas pensam, independente da sua situação, o negócio é fazer o que pode e lutar com as armas que se tem!

Enfim, a série tem data marcada para começar em 21 de abril, e a julgar pelo livro, tem tudo para ser ótima. Eu estou super ansiosa para ver! 🙂

Qual seu tipo de corpo e o que vestir?

Uma das dicas mais importantes para acertar na escolha dos looks é conhecer o seu tipo físico. No personal stylist nós temos 5 formas básicas de corpo feminino, e é com base no tipo de corpo que se começa a pensar nos looks, sempre buscando harmonizar a silhueta da mulher.

Para descobrir qual o seu formato corporal é bem simples. Coloque uma  roupa BEM justa (ex. legging e blusa apertada) e vá para frente do espelho, aí é só conferir de acordo com os tipos de corpo abaixo qual é o seu:

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#1 Corpo ampulheta: Tem os ombros e os quadris da mesma largura e a cintura mais fina. Por ser o corpo mais harmônico, é tomado como base para os demais, o que não significa que existe corpo feio ou corpo bonito ok? Aqui nós só estamos falando de proporções 😉

O que usar: Esse tipo de corpo é bastante democrático e quem tem pode apostar em roupas de cintura alta; tecidos fluídos, vestidos tubinho monocromáticos; casacos bem justinhos ao corpo.

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#2 Corpo retangular: Ombros e quadris alinhados e cintura em formato retangular. A principal característica desse tipo de corpo é não possui muitas curvas.

O que usar: Cintos marcando a linha da cintura; saias rodadas; vestidos no estilo 60′ com a cintura bem evidente; calça pantalona/flare; vestido tubinho com a cintura marcada por um cintinho ou algum detalhe. 

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#3 Corpo Triângulo invertido: Tem os ombros mais largos que os quadris. Esse tipo de corpo geralmente é encontrado em mulheres que praticam esportes como natação ou ginástica olímpica.

O que usar: Saias com volume no quadril (estilo evasê); blusas com poucos detalhes; calças estilo ‘pijama’ com bastante volume; calça flare; decotes em V; qualquer peça estampada na parte debaixo do look.

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#4 Corpo Oval

Quem tem esse tipo de corpo geralmente está com o índice de massa corporal um pouco acima do considerado ideal, e tem com o abdômen mais saliente do que a linha dos ombros e do quadril.

O que usar: Cintos marcando a linha da cintura; decote V ou U; blusas com colo a mostra; looks monocromáticos; maxi colares; blazer com mangas dobradas ou arregaçadas.

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#5 Corpo pêra: Esse é o corpo mais comum entre as mulheres brasileiras e é caracterizado pelos quadris maiores do a linha dos ombros. Geralmente mulheres com corpo pêra tendem a ter pouco seio e bumbum mais avantajado.

O que usar: Blusas e casacos com ombreiras; saia estilo lápis; camisas com detalhes nos ombros; decote estilo ‘canoa’.

 

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