Consumo, logo existo!

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Conversando com minha sogra essa semana caímos no assunto do hiper consumismo. Não que comprar seja ruim, veja bem, mas é que me parece que a gente nem precisa de TANTO assim para viver. Por exemplo, roupas todo mês, sapatos toda semana, uma promoçãozinha aqui, outra liquidação ali e aos poucos acumulamos uma montanha de coisas que não nos servem para nada.

Aí nessa mesma conversa engatei uma reflexão. Questionando um pouco mais a fundo o porque as pessoas consomem mais do que precisam (e aqui eu me refiro na maioria das vezes às mulheres) cheguei a uma hipótese: acho que o hiper consumismo pode ser fruto de uma baixa estima. Isso porque quem muito compra (roupas, maquiagem, acessórios, etc…) quer se sentir bem, e me parece que essas pessoas querem olhar no espelho e dizer: nossa como eu tô linda(o)! Mas na essência se sentem feias, ou inadequadas, por isso compram!

Se eu não me sinto bonita é CLARO que eu vou querer mudar isso certo? Então, o que eu faço? Vou atrás da última moda, de tratamento estético, da nova onda do mundo das makes e de tudo que pode por algum tempo me fazer sentir um pouco mais ‘adequada’. Mas aí fica minha pergunta: será que a gente não deveria se achar linda independente disso tudo?

ps: não acho que a gente deveria perder a vaidade, até porque isso não é saudável, minha reflexão é apenas questionando o valor excessivo que damos a toda a mídia a qual somos expostos diariamente.

Por que estou fazendo mestrado?

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Vamos começar do começo.

Você já parou para pensar que você é um produto? Isso mesmo um produto! E a todo momento somos obrigados a nos ‘vender’. Seja numa conversa informal com possíveis amigos, em uma entrevista de emprego, e até mesmo para ‘conquistar’ um amor.

O problema disso é que querendo ou não, somos rotulados por nós mesmos e posteriormente pelos outros. Até aí tudo bem, mas e se um dia você não quiser mais ser o ‘fulano de tal engenheiro’ e quiser ser ‘o ciclano artista plástico’ ?

Pois é, mudar a cabeça das pessoas com relação a quem você é não é algo que acontece de uma hora para outra, pelo contrário, exige MUITO esforço e empenho. Por muitos anos fui a “Raquel da criação publicitária”, a “guria do design”, “a menina da edição”, e isso ficou de tal forma no imaginário coletivo que nem mesmo uma pós em marketing e um mestrado voltado para a moda tirou essa “aura” da cabeça das maior parte das pessoas.

Enfim, a verdade é que continuo estudando para ser reconhecida por outros méritos e principalmente em outra área que não seja o mercado publicitário. Mas convencer as pessoas no geral, de que tenho conteúdo para ministrar palestras, escrever artigos, dissertar sobre MODA e dar dicas de personal stylist não tem sido uma tarefa fácil, confesso!

Então, ingressar em um mestrado basicamente é minha forma de dizer: Ei, eu não faço apenas arte viu? E só quem já quis trocar de rótulo sabe do que eu estou falando.

 

Coisas que só quem detesta o carnaval entende

Eu sou uma criatura fora da curva, desde que me conheço por gente sempre detestei essa época de carnaval. Sério! Lembro quando não tinha tv fechada e era uma época de muito sofrimento pra mim rsrsrs. Sei que tem muita gente que também não curte, mas falar isso no Brasil é quase um tabu, mas vamos admitir… porque né, qual o problema de preferir ficar relax, de boas e BEM longe das festinhas nesse período?

 

Blocos de carnaval chegam a te dar uma aflição.

Imagina aquela gente suava encostando em você. Não melhor não…

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Ligar a televisão (em canais abertos) NEM PENSAR!

Marchinhas e tudo que tenha a ver com essa época são completamente ignoradas e você só quer mesmo que tudo isso termine.

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Netflix e locadoras em geral são suas melhores amigas.

Porque nada como um bom filme/série para esquecer o que está acontecendo no país.

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Sempre rola uma indignação de ver o povo gastando tempo/dinheiro/energia nisso.

Gente, ler um livro ninguém quer né?

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Enquanto o povo tá lá enchendo a cara, você só quer ficar de boas em casa, de preferência no ar condicionado.

O único motivo pelo qual você curte o carnaval, obviamente é o feriadão.

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Glitter, fantasias… nada vai ser melhor do que o seu pijama 😛

Porque obviamente feriadão é feito para dormir e assistir filmes né.

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Viajar no feriadão não é uma opção!

Porque para todo lugar que você for, vai ter algum bailinho, festinha, bloquinho… Sem falar no trânsito terrível do feriadão de carnaval. Ps: Uma vez quase fiquei na estrada porque faltou gasolina em todos os postos nessa data. Imagine minha alegria.

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Por fim…Você sabe que vai ser chamado de chato/rabugento, mas who cares???

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6 dicas para começar bem a semana

Levantar cedo na segunda-feira e engrenar na rotina da semana sempre foi uma dificuldade para mim. Nunca consegui dormir cedo no domingo e segunda acabo acordando meio de arrasto, por isso criei algumas “soluções” para dar um up no ânimo das segundas e não cair no desanimo.

#1 Beba uma xícara de café

Não sou do tipo que bebe café o dia inteiro, mas uma xícara pela manhã é sempre uma boa ideia. Ps: Na minha humilde opinião vale capuccino, mocaccino, frapuccino… enfim qualquer café ajuda 😉 Aliás, quando o dia está muito quente, eu adoro tomar aquele café gelado da Nescafé, ele vem numa embalagem tipo a do Alpino e Suflair para beber e quase todo posto de gasolina tem.

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#2 Ouça uma banda/cantor que te deixe pra cima

Pra espantar a leseira nada melhor do que música. Mas não pode ser qualquer som, tem que ser um que te deixe animado ou em paz, eu por exemplo curto ouvir Hillsong, Broke Fraser, Katy Perry, Birdy… enfim a lista é gigante rsrsrs.

#3 Não fique de estômago vazio

Um café da manhã reforçado sempre vale a pena. Os médicos são unânimes em dizer que é refeição mais importante do dia, e se você não tem o hábito de comer pela manhã não sabe o que está perdendo! Minha sugestão: um sanduíche, alguma fruta e uma xícara de café.

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#4 Se hidrate!

Você acabou de passar horas a fio sem comer e sem tomar nada. Um copo de água em jejum faz seu corpo despertar e os órgãos começarem a trabalhar. Acho que a importância de beber água nem se discute né?! E se você não tem o hábito, tente aos pouquinhos. Coloque uma garrafinha de água do lado e beba uns goles de hora em hora.

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#5 Tome um booom banho!

Nada como um belo banho para renovar as energias. Não sei vocês, mas antes de uma chuveirada eu costumo ficar bem sonolenta e parece que o dia ainda nem começou.

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#6 converse/abrace/beije seus familiares 

Se você mora com seus pais, com o marido, com o cachorrinho… tanto faz! Não tem nada melhor que começar uma semana dando e recebendo carinho de quem a gente ama. E pra quem mora solito, um bom dia/eu te amo pelo whats já serve 😉

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Fatos sobre a vida de casada (que ninguém costuma comentar)

Ontem estive pensando um pouco sobre a imagem vendida para as moças solteiras, colocando nelas uma certa urgência pelo casamento. Sou casada há um ano e meio e estou MUITO feliz com essa escolha, mas me dei conta que a maior parte das pessoas não fala do casamento de forma nua e crua! Por anos você só ouve coisas do tipo: E aí cadê o namorado? E você, não vai casar não?? Não seja tão exigente! Entre outros jargões desagradáveis que todo mundo conhece.

No meio dessa muvuca acabamos vendo moças desesperadas por um relacionamento e muitas vezes aturando caras nada legais por medo de ficarem sozinhas (triste né?), tudo em nome de um status de relacionamento.

Mas a real é o seguinte: ninguém te conta como REALMENTE é estar casada! Então, se você quer saber alguns fatos meio curiosos sobre a vida a dois, me acompanha aqui que eu conto tudo.

As pessoas começam imediatamente a cobrar quando vocês terão filhos.

Faz um mês que você está casada e o povo já está pensando em te reproduzir… Sim, isso acontece e MUITO! Afinal, depois da pressão para que você namore e case, há a pressão para que você também seja mãe. Tudo bem que algumas colegas suas já estão no terceiro filho, mas cada um tem seu tempo…

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Você e ele vão (ou pelo menos deveriam) continuar tendo amizades.

Mesmo que você e seu marido sejam muito, MUUUITO amigos, tem certos momentos que você sentirá falta de conversar com uma amiga. Então, mesmo que você não seja mais solteira, valorize suas amizades! Elas são bem importantes.

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O círculo de amizades diminui, mas tem mais qualidade.

Isso acontece naturalmente, não só pelo status de casada, mas pela própria idade. As preocupações mudam, os assuntos mudam… e as amizades mudam junto.

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Você começa a curtir mais um rolê pela Leroy Merlyn do que no shopping.

Decorar a casa passa a ser muiiito mais legal do que ver roupas e sapatos 😛

 

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Ver filme no sofá passa a ser mais legal do que ir ao cinema.

Nada substitui o conforto da sua casa e do seu sofá depois de um dia super cansativo. Aliás, não tem nada melhor do que assistir um filme abraçada com o maridão no seu pijama.

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Finalmente, você percebe que está parecendo a sua mãe.

Essa é uma das mágicas que aconteceram comigo depois que me casei. Passei a agir muito parecido com minha mãe, sem nem mesmo perceber. Aliás, passei a entender a minha mãe REALMENTE, depois que se casei.

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Sei que conselho bom deveria ser vendido em não dado, mas se eu pudesse dar um conselho para as moças solteiras seria: não se desespere, não fique com alguém por medo, pressão, ou carência. Assuma um relacionamento com quem você ama de verdade e quando estiver preparada. Aí sim, vai valer e MUITO a pena e você vai ser mito feliz!

 

 

 

Precisa ser rica pra andar bem vestida?

Pois é, resolvi fazer um vlog falando um pouco sobre esse mito que ronda a moda desde sempre. Afinal de contas será que o dinheiro é fator decisivo para se vestir bem?

Na minha humilde opinião a grana ajuda sim,porém jamais será garantia de bom gosto. Já cansei de ver pessoas que tem dindin sobrando e um guarda-roupas de dar dó viu? Até porque na loja só vendem ROUPAS, mas não comercializam criatividade, autenticidade, bom gosto e nem elegância, o que pra mim são os ingredientes principais na hora de montar um bom look.

E se tu curte falar sobre moda e estilo aproveita e se inscreve no canal pra gente debater e trocar uma ideia 🙂

A polêmica “Escola para Princesas”

#vaitertextao

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Zapeando um pouco meu facebook ontem, me deparei com uma matéria um tanto interessante, na página Bolsa de Mulher. Basicamente, a matéria falava dos problemas que a polêmica “Escola para Princesas”, trazia para a vida futura das meninas e para a formação das mulheres em si. Em um texto com tom bem feminista, a autora categorizou os diversos “efeitos colaterais” dessa escola na vida das meninas, e o porque isso é um absurdo. Concordei em alguns pontos com a moça, e em outros nem tanto, e para quem quiser dar uma olhada o texto está aqui. Então, resolvi soltar o verbo e me manifestar acerca dessa tal Escola que tem causando tanta polêmica.

Veja bem, não estou aqui nesse post tentando julgar ninguém. Acho super ok as meninas gostarem de princesas, quererem se vestir de rosa e brincarem nesse universo lúdico, mas gente, vamos ser coerentes, nem todas as meninas gostam disso! E na minha concepção, isso já era algo que havia sido desmistificado há muito tempo. Ledo engano!

Aí você vai me perguntar: “Raquel você é contra mulher ser feminina e se tornar uma dona de casa?” Não, não sou! Justamente pelo contrário, acho que a mulher tem que ser aquilo que ela acha melhor PARA ELA, e não para os outros, mas enfim…

Lendo alguns comentários no post da page (90% das mulheres defendiam a escola), vi que a maioria argumentava coisas como: “Ahh mas é muito importante uma mulher saber se virar, cuidar de uma casa, fazer comida, etc, etc, etc”, ou então, “Os valores estão todos invertidos, hoje em dia é feio ser princesa e o bonito é ser vagabunda e rebolar até o chão”. Okay, calma lá que eu vou contar uma historinha.

Quando eu tinha 10 anos, entrei em uma instituição da igreja em que frequento chamada JUAD. Lá Juniores e adolescentes de 7 a 17 anos (tanto meninos, quanto meninas) aprendiam valores de vida, caráter, cidadania e respeito, além de coisas como: cozinhar, arrumar a cama, ajudar com a louça e todas essas coisas que TODO o ser humano precisa saber. Tudo isso em um ambiente 0% sexista, onde todo mundo usava o mesmo uniforme, onde meninos e meninas eram encorajados a fazerem teatro, dança, acampamento e esportes radicais. Vejam bem, TODOS nós, tanto meninos quantos meninas aprendíamos tarefas domésticas, copiou?

Então veja bem, o ministério JUAD já expandiu horrores, e eu não tenho um número certo para dar para vocês, mas fato é que já possui mais de 30 bases espalhadas pelo Brasil inteiro, além de bases na Africa do Sul, Angola, Moçambique e Bolívia. Ou seja, o negócio não é fraco não! Então fica aqui minha pergunta: por que as mamães que se dizem tão preocupadas com suas filhas, não procuram um projeto assim para colocarem suas meninas, já que segundo elas: “Não tem mais tempo de se ensinar essas coisas”? Por que um projeto que não tem valores SEXISTAS como a Escola para Princesas nunca caiu na mídia?

Me perdoem quem pensa diferente, mas na minha concepção nós não precisamos de uma escola que ensine nossas meninas a se tornarem um produto pré-estabelecido, com o estereótipo da princesa que está sempre linda, maquiada, limpinha. Que é doce e encantadora SEMPRE e que acima de tudo, CLARO, procura um marido.

Gente, como alguém pode achar normal uma escola onde CRIANÇAS de 4 a 15 anos tem aulas de maquiagem!??? :O Aliás, para que uma menina de 7 anos vai querer saber REGRAS de maquiagem? E outra, será que não existe uma certa “preguiça” por parte dos pais, que ao invés de ensinarem algumas tarefas domésticas para seu FILHOS e FILHAS (bom lembrar), estão agora terceirizando esse tipo de função??? Você já imaginou que nem toda menina gosta de rosa, e algumas curtem muito jogar futebol por exemplo? Então para que podar esse tipo de paixão? Por que nós não deixamos as crianças serem crianças apenas?

Refletindo um pouco sobre isso, percebi que muitas vezes ouvi de pessoas do meio religioso que “Cuidar da casa é papel da MULHER, só e exclusivamente e trazer o pão é papel do HOMEM”. Bom, esse é um debate interessante e ontem a noite mesmo estive conversando com uma das pastoras mais brilhantes que já conheci. Ela já estudou muito sobre teologia (além de ser casada a 40 anos), e afirmou com todas as letras que essa divisão de tarefas proposta pelo meio religioso não possui NENHUMA base bíblica! Isso porque ao mesmo tempo que as mulheres são incentivadas pela palavra a serem boas donas de casa, os homens são encorajados a VIVEREM A VIDA COMUM do lar, que segundo a Pastora Therezinha de Moraes, diz respeito aos homens se envolverem em TODAS as atividades domésticas. Em contrapartida a Bíblia também cita em provérbios uma tal de mulher virtuosa, e essa pasmem, traz renda para sua casa, ela compra, vende, negocia, e no frigir dos ovos: faz dinheiro também! Enfim, polêmicas e polêmicas né gente!

Mas assim, quero ser BEM categórica e dizer que: mulher pode ser o que ela quiser viu? Inclusive dona de casa e mãe, aliás, não tem nada de feio nisso. Mas o ponto, e a questão para mim é, será que estamos dando escolhas para as meninas, no momento em que ensinamos para elas que: mulher de verdade tem que ser assim ou assado, ter habilidade X e Y, além de ensinar que determinadas atividades CABEM a elas somente?

Enfim, tretas e mais tretas. Só acho que temos realmente que PARAR de podar a infância tanto das meninas quanto dos meninos. Penso que colocamos na cabecinha das crianças muito cedo um padrão de “isso é de meninas” e “isso é de menino”, muitas vezes limitando a imaginação e a capacidade dos pequenos.

E só para finalizar. Essa é a minha opinião particular. Pessoas pensam diferente e sentem diferente, cada um tem uma história e uma forma de ver o mundo, o que na minha opinião tem que ser sempre respeitado.

Um abraço e até a próxima.

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