Sobre o tal do sucesso

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Não sei se estou numa fase mega reflexiva da vida ou o quê, mas ando me questionando frequentemente o que é o dito cujo: sucesso. A gente vai em uma festa de família, ou a algum jantar por aí e ouve o pessoal comentando: fulaninho se deu muito bem, está trabalhando na multinacional X e ganhando uma bolada por mês, compra carro novo todo o ano, sai de férias pra Europa e por aí vai. Até aí tudo ok. Eu particularmente não vejo nenhum problema em uma pessoa ter a realização da vida dela assim, já que cada pessoa é diferente, cada cabeça é uma sentença.

O que eu quero trazer nesse post é o fato desse ser o “modelo de sucesso perfeito”. A gente sai do segundo grau e logo todo mundo já começa a dizer para você fazer vestibular. Ok, você com 17 anos vai lá, escolhe um curso e 4 anos depois, se tudo der certo está com o diploma na mão. Aí você é contratado por uma empresa, quem sabe até chega ao cargo de gerente, e de repente se dá conta que não curte nenhum pouco o que está fazendo. O ânimo começa a se arrastar, você começa a acordar cansada/o todo santo dia, domingo então é um pavor :/ unfff. Aí quando o bicho pega e você começa a ficar doente de verdade e meio que se obriga a largar o tal “trabalho tão sonhado” é que percebe: não quer mais aquilo! Te pregaram uma falsa ideia de sucesso.

Já li trocentas histórias rolando pela rede de pessoas que passaram por isso, largaram tudo para vender sanduíche na praia, para montar o próprio negócio, viajar o mundo, trabalhar numa ONG ou até mesmo para cuidarem dos filhos. Normalmente esse pessoal costuma ser meio julgado, porque afinal de contas, saiu um pouco fora o script previsto, mas e daí?

Daí que essas pessoas estão felizes. Veja bem, longe de mim dizer que a gente não precisa de dinheiro pra viver, mas poxa, se for pra ganhar dinheiro que seja numa coisa que nos dá prazer. Trabalhe com uma coisa na qual você ACREDITA! Sabe? Mesmo que não tenha glamour, mesmo que não faça sentido nenhum para as pessoas que estão te vendo de fora.

Essa foi uma decisão que eu tomei em 2013. Estou no meio da caminhada, tenho 27 anos, uma faculdade e uma pós, e não sei o que eu vou ser quando crescer, mas de uma coisa eu sei, eu não vou viver de status.

Afinal de contas, só acho que a vida é muito curta pra gente se enterrar debaixo de uma ideia falsa de sucesso, que um dia botaram na nossa cabeça.

Coisas que mulheres não precisam ouvir, mas continuam nos dizendo

Bom, resolvi fazer esse post porque notei que na vida de uma mulher, independente da sua idade, estado civil, profissão… SEMPRE, eu digo SEMPRE mesmo, vai ter gente chata para dar pitaco na sua vida e te dizer coisas que são consideradas comuns, mas na real são um tanto quanto absurdas.

Pensando um pouco na vida, lembro que quando era solteira escutava todo o tipo de absurdo. Ok, mulher solteira ouve muitaaaa baboseira dos amigos/parentes/vizinhos mesmo! Mas sabe de uma coisa que eu descobri? Mulher casada também ouve 😦 Então resolvi fazer uma listinha de coisas, que já ouvi, ou que amigas minhas ouviram e que devem (na minha opinião) serem ignoradas totalmente por nós meninas 🙂 

1. Você já tem 25 anos e ainda está solteira? Provavelmente já deve ter deixado o amor da sua vida passar.

Sim, porque todo mundo tem que casar com 18 e ter filhos com 21.

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2. Quem tem que cuidar do lar é a mulher, não o homem! 

Essa eu já ouvi muuuito. Preciso comentar sobre isso??? Não né.

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3. Quando você casar, não espere muito para ter filhos einh…

Na minha opinião a mulher pode querer ser mãe, ou não, e as duas opções são ok.

4. Cabelo curto deixa a mulher masculina. 

Usei cabelo curtinho por muito tempo, e isso não me fez sentir nenhum pouquinho menos mulher.

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5. Mulher do século XXI tem que saber cozinhar, porque homem do século XXI também come.

Sim, homem do século XXI também come. Que bom que aqueles que nasceram com braços e pernas são super capazes de aprender a arte da cozinha né? Minha mãe me ensinou que TODOS independente de gênero devem saber se virar na cozinha. #ficadica

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6. Acho estranho casar no civil e depois de meses querer fazer uma festa no religioso. 

Para quem não sabe eu casei no civil e meses depois fui celebrar a cerimônia no religioso. E em pleno 2015 isso foi motivo de comentários maliciosos, pois aparentemente eu não era mais uma virgem… que ousadia a minha querer usar vestido branco. Misericórdia 😛 hahaha Vamos rir disso né non?

7. Você nunca vai casar desse jeito!

Frase ouvida frequentemente até meus 26 anos. Aparentemente algumas pessoas acreditam que apenas mulheres que vivem no padrão anos 50 vão ser amadas.

8. Seu marido não se importa de você usar uma saia assim?

Não, bem pelo contrário.

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9. Você continua tão vaidosa, mesmo depois de casada?

Pois é, porque eu me arrumo pra me sentir bem sabia?

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10. Seu relógio biológico vai apitar um dia.

Talvez sim, talvez não 😉

Eu poderia citar aqui no mínimo mais uns 15 itens de coisas muito absurdas que ouvi ao longo da vida, mas acho que 1o está de bom tamanho. Enfim, tretas never ends, e o mundo ainda tem muita gente com falta de cifragol, e quando você cara amiga, ouvir algo do gênero (porque eu sei que também acontece com você) apenas ignore. 😉

Xoxo, Rachel.

Consumir roupas por impulso tá fora de moda :P

Eu não pensei que ia viver para ver esse dia não einh! Mas, SIMMM, o novo padrão de consumo de roupas segundo o site textileindustry.ning.com chegou para ficar. No Reino Unido, França e EUA, as vendas já despencaram, e pasmem,  até a absoluta Primark, registrou seu primeiro deficit em vendas nos últimos 16 anos o.O hum. Pois é, ao que tudo indica, consumir roupa sem necessidade está fora moda.

Me lembro que quando era criança/adolescente a coisa mais feia era você aparecer em algum evento social, ou até mesmo no dia a dia com roupas repetidas. Quem tinha um armário sempre variado era chique, todo mundo queria ser igual, e ter milhões de opções para vestir; coisa que apenas as garotas mais ricaaaaahhhs tinham :P. Eis que hoje, esse comportamento está (pra minha alegria) caindo em desuso. E consumir roupas compulsivamente, se tornou quase uma gafe. Kate Middleton tá aí pra provar que repetir roupa é muito ok, já que vivo vendo matérias da própria realeza usando os mesmo looks em eventos (quem diria einh).

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Fonte: M de Mulher
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Fonte: M de Mulher

Bom, pelo jeito esse comportamento é uma nova tendência lá pelas bandas da Europa, e de acordo com Romildo de Paula Leite isso acontece  porque por lá o pessoal resolveu trocar o consumo de roupas por viagens, bons restaurantes, itens de decoração deixando o guarda-roupas um pouco de lado. Bingo! Mais importante do que a roupa, é vida que se vive dentro dela certo? Acho que aos poucos esse acabou virando meu lema também.

Mas sabe o que eu achei mais interessante disso tudo? O fato de que quem impulsionou essa nova forma de consumo foi justamente a geração Y, abaixo de 25 anos. Essa nova geração veio com um novo conceito de consumo (ao menos na Europa e EUA né) priorizando a sustentabilidade e qualidade de vida ao invés de coisas tão voláteis como tendências.

E no meio dessa transição é, que me descobri no estilo minimalista. Gosto muito da ideia de um “guarda-roupas capsula” ou seja, tento ter algumas peças-chave que combinam entre si e que servem para diversas ocasiões diferentes. E sim, eu repito roupa, repito demais, e não, eu não tenho mais vergonha de repetir. Hoje vejo que vale muito mais a pena investir em itens para cuidar da minha pele, beleza, ou até em lazer do que ficar correndo atrás de modismos. Não que eu não consuma mais roupas, longe de mim isso, mas que hoje eu penso beeem diferente e de maneira muito mais racional na hora de comprar, ah isso não dá pra negar e tem sido ótimo fazer esse detox de consumo, recomendo viu!

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Xoxo, Rachel Salvalaio

Sobre os 20 e muitos

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Pois é minha gente, os 30 estão na porta, falta pouquinho para eu completar 3 décadas, e posso falar? Essa fase está sendo beeem diferente do que eu esperava. Dos 20 aos 27 a cabeça muda demais, de certa forma é bom, mas as vezes ainda rola uma crise de identidade 😛 Bem na real, ter 20 e muitos é super diferente de ter 20 e poucos, e em diversos aspectos a vida acabou mudando. A gente fica com aquela sensação de que chegou realmente na fase adulta, e ás vezes dá vontade de parar o mundo e descer porque né, adulting is hard. Mas vamos ao que interessa, A LISTA.

1. Parei de valorizar tanto o status e foquei na minha vida privada. Ficar tentando parecer/aparecer para os outros é muito cansativo. 

2. Casei e aprendi que cuidar de uma casa não é tão difícil como eu pensava que seria.

3. Percebi que trabalhar em uma grande empresa no fim das contas não é o trabalho dos sonhos, aliás bem pelo contrário. 

4. Fiquei com muuuuita vontade de mudar de profissão, depois de quase 10 anos no mercado de publicidade.

5. Passei a hidratar a pele do rosto com frequência. (Sim, eu já percebo algumas linhas :/ )

6. Sou cobrada constantemente sobre quando vou ter filhos, apesar de não ter nenhuma vontade por enquanto.

7. Não tenho mais problemas com a minha altura, finalmente aceitei que ter 1,60m é Ok, e tá tudo certo!

8. Me sinto uma titia quando vou para a faculdade 😛

9. Sempre pensei que com meus 27 já seria gerente de alguma coisa, ou teria algum cargo de chefia. A verdade é que eu até tive um, mas hoje em dia não quero essa vida nem a pau.

10. Ajudar as pessoas ao invés de olhar só para o meu umbigo passou a ser MUITO mais recompensador do que ter um status na sociedade.

11. Amo ensinar, não importa o que, só gosto de passar conhecimento.

12. Ainda preciso aprender a ter paciência (estamos trabalhando nisso).

13. Aprendi a ficar calada quando não tenho nada de bom para dizer.

14. O circulo de amigos diminuiu e muito, mas o que importa mesmo é a qualidade, não a quantidade.

15. Não consigo mais ficar acordada até madruga #velha.

16. Sair de casa no fim de semana também ficou mais raro, por pura preguiça na maioria das vezes.

17. Parei de comer bolacha recheada.

18. Comecei finalmente a tomar chimarrão \o/.

19. Continuo não gostando de academia, mas gosto de pilates.

20. Cada dia me sinto mais parecida com a minha mãe 🙂 e isso é bom!

21. Parei de usar o facebook e passei usar muito mais o Pinterest e Instagram.

22. Eu não acreditava no amor, agora acredito mais do que ninguém (graças ao maridão que me provou que eu estava errada ❤ ).

23. Passei a usar roupas do guarda-roupas da minha mãe.

24. Gosto mais de peças básicas e atemporais do que de modismos passageiros. E finalmente não me sinto obrigada a aderir tudo que é lançado.

25. Fui noiva ❤ e agora sou esposa e isso é lindo.

26. Aprendi a ser muito mais flexível e tolerante. 

27. E finalmente, estou aos poucos conseguindo implantar um estilo de vida mais minimalista, não só no guarda-roupas, mas em todos os aspectos. 

 

 

Marketing de Conteúdo, você faz?

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Alô amigues, tudo certo?

Hoje eu resolvi fazer um post falando um pouquinho sobre marketing (área onde eu atuo a alguns anos), mais especificamente sobre o tal Marketing de Conteúdo. Então se você tem uma marca talvez isso possa interessar!

Bom para começar, você já deve ter se dado conta que essa geração do Netflix não lida nada bem com aquele tipo de marketing tradicional certo? Ou seja, tudo aquilo que era usado para chamar atenção dos consumidores a alguns anos atrás, tem se tornado cada dia mais e mais obsoleto.

Há alguns anos atrás, bastava anunciar um produto em banners, comerciais de tv ou revistas fazendo aquele apelo do tipo “compre, compre, compre” e pronto, as vendas subiam e a marca estava fortalecida. Mas verdade seja dita, os tempos mudaram e hoje em dia o buraco é mais embaixo. O consumidor da era Netflix não tolera mais ser interrompido no seu momento de lazer por esse tipo de apelo comercial.  E é aí que entra a importância das marcas saberem fazer um bom marketing de conteúdo, criando uma relação com esse novo cliente.

Chegamos em um ponto onde existe uma necessidade urgente de envolver os clientes com conteúdo relevante, ou seja, as empresas precisam mostrar mais do que apenas o seu produto, precisam mostrar as maneiras que o consumidor vai ter de se beneficiar daquilo que está sendo vendido. Já notaram que marcas consideradas LOVEMARKS normalmente possuem um blog ou site, além de sociais com uma comunicação fantástica? Isso porque porque relacionamento é chave do negócio.

No caso das marcas de moda, o marketing de conteúdo tem se tornado ainda mais necessário! Ou seja, tirar uma foto bonita do produto é essencial, mas não é o bastante! As marcas precisam fazer mais. Quer alguns exemplos? Marcas de moda podem através dos canais de comunicação (blogs, redes sociais, revistas): oferecer tutoriais, manter os consumidores a par de tendências, dar exemplos de DIY, dicas de decoração e muito mais.

Sempre recomendo para empresários que estão ingressando nesse meio digital, se inspirarem em cases que deram certo, como: FARM, Antix e Melissa. Sabe porque? Porque essas marcas conseguiram transformar clientes em fãs, e isso não tem preço. Então, se você está começando seu negócio, ou quer fortalecer sua marca, invista em uma boa pesquisa, e conheça a fundo o seu público. E depois disso, ofereça para esse público conteúdo relevante, por meio de fotos, matérias, posts, vídeos e todo o tipo de material com o qual eles possam se identificar.

Para finalizar aqui vão algumas dicas de como investir em marketing de conteúdo:

  • Conheça seu público: faça uma pesquisa e descubra quem é o consumidor da sua marca. Onde ele gosta de ir, seus hobbies, seu estilo de vida, suas prioridades etc.
  • Agora que você já sabe quem é seu consumidor se pergunte: o que essas pessoas gostariam de ver em suas redes sociais, o que gostam de ler, o que eu como marca posso fazer para agregar na vida dessas pessoas?
  • Crie um blog, site ou uma revista online onde possa postar o conteúdo produzido,  não esquecendo de trabalhar sempre sua imagem de marca nas redes sociais.
  • E por fim, preste muita atenção em suas redes sociais. Procure sempre responder aos comentários e críticas dos seus clientes, evite deixar isso para depois, e SEMPRE mantenha a cordialidade mesmo quando for responder a críticas 😉.

Confesso que um post é realmente um espaço muito pequeno para falar tudo que eu gostaria sobre marketing de conteúdo, até porque o tema rende muuuuito mais do que isso, mas espero ter dado ao menos uma pincelada e quem sabe ajudado alguém.

Um beijo e até a próxima!

 

 

Para inspirar: penteadeiras lindas

Estou em um momento aloka da decoração no pinterest 😛 isso porque falta pouquinho para finalmente entrar no meu apê e quero caprichar na decor de cada cantinho.

Numa dessas buscas pelo quarto perfeito acabei encontrando (meio sem querer), algumas penteadeiras que são LINDEZAS demais. Hoje em dia sinto MUIIIITA falta de um cantinho na casa para sentar e me arrumar com calma, fazer minha make e cabelo. Como faço tudo isso no banheiro e o espaço está longe de ser o ideal, muitas vezes acabo até tendo preguiça de me arrumar. Sabe aquela cena? Makes espalhadas por todo o canto, você procurando os pincéis no meio da necessaire que já tem trocentas coisas atiradas, enfim… acho que toda mulher merece uma boa penteadeira né gente?

Então decidi trazer algumas inspirações de penteadeiras lindas, e que de preferência não ocupem tanto espaço, porque né, quem mora em apê tem que pensar nisso.

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imagens: reprodução pinterest

Dicas para consumir melhor

untitled-1Pensando em uma meta pessoal minha, de consumir com mais responsabilidade, decidi fazer aqui uma listinha de dicas para ajudar. Assim toda vez que eu pensar que “preciso de tal coisa” posso dar uma olhadinha nesse post e me lembrar de alguns princípios a serem postos em prática.

Uma máxima que tenho percebido, é que muitas meninas viram blogueiras pelo desejo de receberem peças “gratuitamente”, e depois que você tiver um roupeiro abarrotado, será que seu nível de felicidade vai ser outro? Sei não, mas eu tenho me sentido nos último dias, um pouco “atacada” por essa urgência que as mídias sociais geram na gente, com seus milhares de itens “MUST HAVE”, e novidades lançadas a cada semana.

Acho que a medida que os anos passam fui ficando cada vez mais segura do meu estilo próprio, e parei de me dobrar tanto aos “modismos”. Bom, reflexões a parte, aí vai a lista:

1. Compre peças- chave de qualidade

Antes de sair por aí comprando todas as tendências da estação, certifique-se que você tem peças-chave de boa qualidade, isto é, uma boa calça jeans com um caimento perfeito, camisas/camisetas neutras com um bom corte, um blazer preto atemporal, sapatos pretos e de modelos que não costumam sair da moda tão rápido também são essenciais. Não adianta ter um roupeiro entopetado de top cropeds lindos, saias estampadas, shorts diferentões e etc, se não houver bons complementos para usar com essas roupas certo?

2. Reforme suas roupas em costureiras

Remexi meu roupeiro essa semana e me dei conta de que tenho uma calça jeans linda, mas que precisa de um pequeno ajuste na perna para ficar mais skinny do jeitinho que eu gosto. Correr para comprar outra nova e esquecer aquela em um canto pra que? Suas roupas tem história sim! Esse negócio de não repetir roupas além de pouco sustentável, acaba com as suas economias e em alguns casos é absolutamente desnecessário.

3. Mantenha o foco quando for as compras

Foco é TUDO na vida. Fui as compras ontem pois logo logo vou ter uma formatura e precisava de uma saia preta, básica. Quando entrei nas lojas, nossaaaa, quantas coisas lindas de encher os olhos, seria fácil sucumbir ao canto de sereia da moda e acabar levando alguma outra peça, maaaaass não (not me), fui direto para a sessão de roupas de festas, achei o que eu procurava, levei e pronto! O pior é que a vontade de consumir te persegue até o caixa, onde você vê produtinhos lindos e quer levar todos 😛 mas resisti bravamente.

4. Compre/use mais moda second hand

Ando numa maré de sorte, herdando dos meus pais alguns itens super bacanas do roupeiro deles e que se ninguém tivesse me dito, acabaria pensando que são novinhos (alô boa qualidade nas peças!) Mas o que tenho aprendido mesmo é que consumir moda second hand pode ser SUPER legal e muito mais autêntico em alguns casos. Recomendo!

5. Visite feirinhas e lojinhas locais

Tudo bem, às vezes apelamos para as grandes redes de lojas por não acharmos exatamente o que queríamos nas lojinhas locais (isso já aconteceu comigo pois é óbvio que eles vão ter menos opções de tamanhos por exemplo). Mas você já tentou visitar as lojinhas de bairro da sua cidade, e até mesmo aquelas feirinhas que acontecem de tempos em tempos com marcas e produtores locais? Além de peças mais exclusivas, você também ajuda a fortalecer a economia local 😉

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imagem: pinterest.com